sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Honestidade Intelectual ou falta dela

A expressão “desonestidade intelectual” é uma expressão hoje utilizada de uma forma banal na maioria das vezes por aqueles que, num profundo conflito mental, se atrofiam e julgam os outros pela sua imagem e têm dificuldade de ver para além do seu próprio umbigo. Aliás são geralmente estes que omitem conscientemente os aspectos da verdade conhecida. De facto, este expediente é utilizado como um dispositivo retórico por muitos quando a verdade os incomoda. Os alçapões da mente permitem ludibriar os mais incautos numa leveza de espirito pouco digna dos que persistem nesta forma de estar. Será correcto dizer que, o uso da expressão em causa serve para tentar “atacar” “achincalhar” , “ofender” outrem, entre outras figuras de estilo, apenas por falta de capacidade de argumentação desses seres “iluminados”. Mas não é correcto afirmar que esta expressão não deva ser utilizada, isto porque a “desonestidade intelectual” existe e está bem patente nas tentativas diárias dos mais incompetentes de desviar o essencial. Há de facto, quem não sendo honesto intelectualmente consigo próprio que também tenha dificuldade em o ser com os outros e são estes os verdadeiros detentores do titulo de “Desonestos Intelectuais”. São estes os campeões esotéricos da omissão, da transformação, da camuflagem da verdade e que conseguem por vezes produzir verdadeiros atentados à mente humana com uma calma e serenidade incomparáveis Em suma este é um sinal claro da sua incompetência que se esconde atrás da poeira que os mesmos levantam para esconder as suas fragilidades. Truques, que já tiveram os seus dias é o que vos digo…… O Secretário Geral da CNAF - Confederação Nacional das Associações de Família Hugo Oliveira In diário de Leiria, 4 de Setembro de 2015

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Ser ou não ser, eis a questão

Todos temos a noção de que levamos toda a nossa vida em busca de ser. De ser feliz, de ser saudável, de ser rico …… Esta busca incansável de atingir algo que está sempre no horizonte pode por vezes fazer-nos desviar do essencial e lançar-nos num labirinto, ou pode orientar-nos num rumo certo com o intuito de atingir os nossos objectivos. O Homem, tem de facto este condão de querer ser sempre mais, mas o grande problema da nossa sociedade prende-se com a necessidade de para tal ser quase inevitável esquecer alguns dos princípios básicos da convivência social, para não dizer da educação de cada um. Esta é por certo uma das mais difíceis decisões que certamente o leitor já tomou, quer in ou conscientemente, não olhar a meios para atingir os fins. Este é o sinal da falta de princípios da nossa sociedade onde impera a hipocrisia e a falta de escrúpulos. Muitos são os que o fazem naturalmente sem dificuldade, sem dar espaço a remorsos tratando-se de uma atitude banal na sua acção continua. Urge reflectir sobre o posicionamento na sociedade e dos limites que cada um deve ter na sua acção e quais as consequências dessas mesmas acções. Assim, basicamente o que vos proponho hoje é uma reflexão sobre as ambições de cada um de vós e o caminho que estão a trilhar para cumprir com as expectativas. Quais os obstáculos a ultrapassar e quais as formas de o fazer. Todos temos o direito de querer e de ser felizes e de lutar por isso, para que no fim nos possamos sentir realizados. No entanto, não devemos e não podemos usurpar, interferir ou até violar a esfera particular de cada um, apenas porque queremos concretizar os nossos objectivos. É altura de facto de reflectir, mas essencialmente de agir e saber interpretar as regras básicas de convivência social e respeitar os outros como queremos que nos respeitem a nós. O Secretário Geral da CNAF - Confederação Nacional das Associações de Família Hugo Oliveira In diário de Leiria, 21 de Agosto de 2015

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

O balanço e as prioridades

Neste mês de agosto onde o sol nos presenteia com raios iluminados e quentes atrevo me a sugerir que percorram os labirintos da vossa memória numa viagem introspectiva de mais um ano de vida e de trabalho, onde a felicidade ou a falta dela, a alegria e tristeza tiveram por certo os seus momentos, não fossem estes elementos essenciais na nossa vida. Faço esta sugestão a quem numa qualquer praia ou local aprazível tenha a oportunidade de me estar a ler. São tantos os momentos que passamos e que não temos tempo de os analisar, a sociedade vive num ritmo alucinante que não dá espaço à reflexão, nunca temos tempo a perder e é geralmente nas férias que em repouso conseguimos serenamente parar e pensar…. É este o momento que vos proponho, se não vejamos, quantas vezes tiveram a atenção devida com os vossos familiares mais chegados, um carinho, uma presença um telefonema. Lembram-se da última vez que falaram com os vossos primos, tios ou avós? E a ultima vez que levaram por exemplo os vossos afilhados a comer um gelado? Estes são só alguns exemplos que para uns podem ser estapafúrdios mas que para outros tenho a certeza que se identificaram e estão neste momento a pensar vou ligar já e dizer um olá……. Nunca se esqueçam que um dos grandes pilares da nossa vida são as nossas famílias desde os que estão mais próximos até aqueles que não estando perto têm orgulho extremo de ser parte integrante destas. A nossa capacidade cognitiva de saber interpretar os sinais de outros seres semelhantes a nós, deve permitir também discernir que todos nós recebemos e emitimos diariamente esses sinais e devemos ter sempre as nossas “antenas” em alerta para sabermos receber e descodificar os mesmos. Assim, espero que este momento de reflexão que vos propus tenha contribuído de alguma forma para recentrar as prioridades que cada um deve ter na coesão familiar. O Secretário Geral da CNAF - Confederação Nacional das Associações de Família Hugo Oliveira in diário de Leiria, 7 de Agosto de 2015

sexta-feira, 24 de julho de 2015

BLOGGERS

O surgimento dos “bloggers” geraram um fenómeno interessante de democracia dos meios de comunicação. Hoje a uma distancia de um click está a possibilidade de nos fazermos ouvir,ou diria antes de nos poderem ler. A forma como por vezes atras de anonimato, por outras criando uma “marca de um blog” é possível explanar ideias, criar reflexões e até provocar indignações permite ao “ comum dos mortais” leia-se “Blogger” ter à sua disposição um espaço que outrora era exclusivo da comunicação social. Mas será correcto dizer que estes procuram espaço para reconhecimento do seu pensamento, ou actividade que permita um upgrade à sua vida ou à sua posição na sociedade? Por certo que como em todas as coisas da vida há quem assim pense e até se mova por esse facto. Mas creio que a grande maioria dos Bloggers que têm sucesso, e este mede-se pelo número de visitas diárias e pela capacidade de provocar interacção nos posts de resposta ou comentário, o faz com uma clara e genuína intenção de partilhar informação e conhecimento. Os “bloggers” ocupam hoje um papel de destaque na blogosfera e têm um espaço muito próprio e que não concorre com as redes sociais. São milhares os fidelizados que diariamente consultam um determinado blog e acompanham, interagem e criam laços de proximidade. Se estivermos atentos, muitos são já “Opinion Makers” uns por vezes com criticas vorazes outras com contributos para a vida quotidiana mas com um ponto comum estarem à distância de um toque em qualquer meio tecnológico com browser. Por ultimo se me permitem um conselho, percam um pouco do vosso tempo e nestas férias “naveguem” no espaço virtual e por certo que encontrarão blogs fantásticos que vos vão fazer sorrir e provavelmente até tornar seguidor de alguns. O Secretário Geral da CNAF - Confederação Nacional das Associações de Família Hugo Oliveira In diário de Leiria,24 de Julho de 2015

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